Segundo Alex Nabuco dos Santos, a convergência entre a mobilidade elétrica e novos modelos de deslocamento tornou-se o principal motor de diferenciação e valorização no mercado imobiliário contemporâneo. No cenário de 2026, a infraestrutura voltada para veículos eletrificados deixou de ser um diferencial de luxo para se consolidar como um requisito básico de liquidez patrimonial.
Continue a leitura e veja que como as pessoas se movem dita diretamente a atratividade de um endereço, e os empreendimentos que ignoram a transição energética estão destinados à obsolescência precoce, perdendo competitividade frente a projetos que já nascem preparados para a autonomia e a sustentabilidade.
Adaptação de condomínios à mobilidade elétrica e novos modelos de deslocamento
De acordo com Alex Nabuco dos Santos, a adaptação de condomínios antigos representa um dos principais desafios e, ao mesmo tempo, uma das maiores oportunidades para o setor de reformas e retrofit. A implementação de sistemas de medição individualizada e o reforço das prumadas elétricas são investimentos que se pagam a curto prazo, dada a crescente demanda por carregamento doméstico. Sem essa adaptação, edifícios icônicos em áreas centrais podem perder moradores para novos lançamentos que já contemplam a mobilidade elétrica e novos modelos de deslocamento em sua planta original.
O conceito de “Vaga Verde” e novos modelos de deslocamento no setor corporativo
No segmento corporativo, a mobilidade elétrica e novos modelos de deslocamento estão redefinindo os critérios de escolha para sedes de grandes empresas. Lajes corporativas que buscam certificações internacionais, como LEED ou AQUA, precisam obrigatoriamente oferecer soluções de eletrificação para as frotas de seus inquilinos. Como indica Alex Nabuco dos Santos, o setor de escritórios premium está migrando para um modelo onde o edifício atua como um facilitador da jornada do colaborador, oferecendo desde carregadores ultrarrápidos até áreas de suporte para frotas compartilhadas.
Essa tendência se estende ao setor logístico, onde galpões de última geração estão sendo equipados para receber caminhões e vans elétricas de entrega urbana. A logística de “última milha” depende de pontos de recarga estrategicamente localizados, e o mercado imobiliário industrial tem respondido com projetos que integram microgeração de energia renovável. Assim, a mobilidade elétrica e novos modelos de deslocamento criam uma simbiose entre o setor imobiliário e o de energia, onde o edifício se torna um ativo gerador e distribuidor de combustível limpo.

Valorizando imóveis através de novos modelos de deslocamento
Para além dos automóveis, a integração de bicicletas e trotinetes elétricas nos projetos residenciais e comerciais tem um peso significativo na percepção de valor. Empreendimentos localizados próximos a ciclovias e que oferecem “bicicletários inteligentes” com pontos de recarga atraem um público jovem e dinâmico, que prefere a agilidade da micromobilidade ao trânsito pesado. Como frisa Alex Nabuco dos Santos, a localização de um imóvel hoje é medida em minutos de deslocamento multimodal, e não apenas em quilometragem linear.
A oferta de veículos compartilhados exclusivos para moradores é uma tendência que ganha força nas metrópoles. Ao oferecer um modelo de subscrição de transporte dentro do próprio condomínio, o incorporador otimiza o uso do solo, podendo reduzir o número de vagas de garagem tradicionais para criar áreas de convivência e lazer. Essa troca de espaço de garagem por áreas produtivas eleva a rentabilidade do projeto e atende diretamente aos novos modelos de deslocamento que priorizam o acesso em vez da posse, moldando uma nova estética urbana e imobiliária.
Tendências para 2026: Mobilidade elétrica e novos modelos de deslocamento no mercado global
Ao olharmos para o futuro próximo, a integração da inteligência artificial com a gestão de frotas autônomas e elétricas promete uma transformação ainda mais profunda. Os edifícios passarão a ter áreas de embarque e desembarque para veículos sem motorista, reduzindo a necessidade de estacionamentos extensos e permitindo o retrofit de garagens subutilizadas em novos espaços comerciais ou habitacionais. Como resume Alex Nabuco dos Santos, o mercado imobiliário global está se preparando para uma era onde o imóvel será o centro de gravidade de todos os serviços de mobilidade.
Autor: Mikeal Harven